sábado, 22 de setembro de 2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Poema do Amor Não Tão Novo (Augusto Simões)


Se é tão linda esta historia por fora,
Por que não a olhamos por horas?
E então, mais que dois, sejamos um

Um bocado de risos, vitórias
Um punhado de belas memórias
Um caminho calculado em anos-luz

E se então somos tristes, às vezes
Por que não sermos sempre corteses?
E vivemos a vida por mero prazer

Já faz tempo, sonhamos, burgueses
E pensamos nos vinhos franceses
Por que, então, haveríamos de esquecer

Te proponho um brinde, bela amada
Pois quando escrevo em madrugadas
É sinal que o amor se acordou

Logo, então, não fique triste por nada
Pois passamos por toda a estrada
E não há um sinal que acabou

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Rompi com o Mundo (Augusto Simões)


Vem cá menina
Isso é que é bom
Viver a vida
Imaginar
Algo que anima
Nada demais
E mais um pouco
Mentalizar
Amor sincero
Risos aos montes
Indo ao extremo
Ah... respirar
Me diz se não é
Olha como é bom
Romper com o mundo
Amar sem pudor
Estar sempre junto
Sofrer se não for
Falar sobre o mundo
Ouvir o amor
Feliz, bem com tudo
Um sábio falou:
Rompi com o mundo...
...Achei meu amor”

Pupilo (Augusto Simões)


Ei,
Teu cheiro dá gosto cheirar
Teu sono é tão bom de sonhar
Teus olhos me fazem brilhar

Vem,
Me ensina a te namorar
Me diz que não devo brigar
Que o certo é viver para amar

- Hoje eu aprendi –

Pra beijar, a boca
Mão nos faz carinho
Com o braço, abraços
Eu vou anotar

Se precisar, ouça
Só fique quietinho
As pernas e coxas
Não poso falar